Caindo na amargura que conduz o meu existir
O vazio me preenche na loucura de insistir
A voz do inconsciente me diz o que fazer
Cala em chamas profundas a dor de se querer
Preciso que a morte me liberte pois preciso logo, viver
Se em teus olhos não encontro nada, eu a padecer
Nada me convence, nada irá preencher
A agonia que sinto neste longo escurecer