Estou a contemplar
Um mar de ossos
Um mar de agonia
Um mar onde já naufraga o
Amor a fé e a esperança.
Estou ante uma caverna,
Caverna esta de solidão
Abismo escuro
De desilusão.
Meus olhos já divisão
Não tão distante
O regozijo infernal
De uma vida que só me causa
Maior mau.
Mas bem sei que meu martírio,
O meu carma foi esse,
O de ter nascido.