Minha Alma mórbida e sombria
Já deixou o corpo que me abomina,
Meus ossos estão frios, e a vida
em mim, já não habita;
Os restos mortais, que se acabe ao chão
Sufoque-os na terra, e os deixe na escuridão,
Sua tristeza solitária, lhe trará a perdição
E a alma que me mata, morrera de solidão!