E teu nome chamo, ensandecido,
Maldito o dia que quis ser seu marido,
Achei que era feliz, mas havia esquecido,
Que amar sozinho não faz sentido.
Esqueça esta boca que já foi sua,
E não lembre do dia que te prometi a lua,
E dos abraços em público, no meio da rua,
Que meus olhos queimem, por te verem nua.